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INTENSIVÃO RT & CONSULTORIA Paula Eloize Gomez Cruz Médica Veterinária – CRMV/PR 13353 Mestre em Segurança Alimentar Especialista em inspeção de alimento Para garantir as boas práticas alimentares: Segurança: não haja risco de doenças Para isso ser garantido e concretizado é necessário que tenha uma legislação que esclareça e determine as normas que devem ser seguidas. Legislação Universal: Codex Alimentares Legislação Nacional: MAPA (portaria 368, RIISPOA), MS (326, 1428), ANVISA (RDC: 216, 275). Importante ver qual legislação de cada um dos estabelecimentos (qual órgão que fiscaliza o supermercado?) Localização: ✓ Luz e ventilação natural ✓ Água e energia ✓ Baixadas/ odores ✓ Afastado de via pública (5m) Estrutura Física – Projeto Precisamos atuar em conjunto com o profissional. ✓ Facilidade de higienização ✓ Impedimento de acesso de pragas e vetores ✓ Temperatura adequada ✓ Sistema de ventilação e exaustão eficazes. Layout – Fluxo operacional Operação sem retrocessos, uma operação unidirecional. Área Externa Deve ser limpa, ausência de lixo, objetos em desuso, s/ animais domésticos, insetos ou roedores. NÃO USAR COMO ESTOQUE! Área interna Permitir boa circulação, bom desenvolvimento das atividades, adequada a manipulação dos animais e ser compatível com o volume de produção (essa empresa pode crescer mais do que o previsto). Para reforçar: evitar usar estr uras de madeira, materiais de produção como piso, paredes, tetos, portas, janelas. – Lisos, laváveis e impermeáveis. ✓ Portas: fechamento automático ✓ Janelas: telas milimétricas Ajustadas ao batente. Portaria Nº 2, de 9 de fevereiro de 1977 Dispor, nos locais de acesso as dependências barreiras sanitárias – para a higienização das botas, das mãos, pia que possibilite acesso com os cotovelos. Sabonetes antissépticos. Lixeiras com acionamentos pelos pés!! Reformas Qualquer tipo de reforma precisa passar por aprovações. Órgãos fiscalizadores que irão aprovar. Funcionários Evitar sobrecargas dos funcionários. Tem que ter o número adequado para atender as necessidades e demanda do estabelecimento. Senão isso irá comprometer a qualidade do alimento. Devem passar por um treinamento de boas práticas. Assim eles saberão o motivo e ficará mais fácil deles respeitarem as normas. Tem que ter saúde para executar seus serviços. (maior fonte de contaminação são os funcionários, por isso é importante ter cuidados!) Por que tem que estar com unhas cortadas, sem esmaltes, por que não pode tossir, não pode ter barba.... Treinamentos BPF (obrigatório) Veterinário pode trabalhar aqui na consultoria ✓ Base de garantia de qualidade do alimento; ✓ Treinamento de capacitação dos manipuladores. DTA (Doenças Transmitidas por Alimento) É preciso cuidado com pessoas do grupo de risco: pessoas já debilitadas e com o sistema imune comprometido (grávidas, idosos...) que podem morrer por uma intoxicação. ✓ Cuidados com as mãos, sempre higienizar Contaminantes de alimentos Elementos estanhos que não faz parte da composição do alimento. ✓ Contaminação física (brinco pequenininho, aí que mora o perigo, não veremos se cair no alimento, tarrachinha pode cair e pode engasgar uma criança. Pessoas perderem aliança dentro do alimento). ✓ Contaminação química (remédios próximos a área de alimentação, não pode !! Esmaltes, bases, perfume! Em contato com o alimento. Não pode!) ✓ Contaminação Biológica (microrganismos vírus, bactérias, protozoários) ✓ Contaminação ambiental (ambiente com poeira, fumaça) ✓ Contaminação cruzada (micro- organismo de um alimento passe para outro alimento. Exemplo: frango com salmonela. Usar a faca que serve para cortar o frango e ir lá e cortar o tomate. Uso de luvas, de um alimento para outro! Trocar!! Cartilha de BPF – DA EMBPAPA Curso in LOCO Treinamento específico para cada setor. No setor deles! ✓ Temas (troca de facas, troca de utensílios, como realizar os cortes sem que haja perdas, higienização , como evitar contaminação cruzadas, armazenamento, temperaturas...) ✓ Aplicabilidade ✓ Lista de presença ✓ Visual ✓ Prática ✓ Rotina ✓ Frequência Implementação e Treinamento ✓ Manual ✓ Rotulagem ✓ Fluxo ✓ POPs ✓ PAC ✓ Controle de Temperatura ✓ Rendimento etc. AULA 2 ORGÃOS FISCALIZADORES Muda de país para país. Cada um tem sua diretriz e regras específicas. Para exportar tem que seguir as nossas regras e a do outro país. Produtos de Origem Animal Produtor regulamentado pelo MAPA E seguem sistemas de serviços de inspeção segmentado em esferas: ✓ Federal: SIF (Serviço de Inspeção Federal) – pode mandar o produto a nível nacional e pode exportar. ✓ Estadual: SIE (Serviço de Inspeção Estadual) – Pode comercializar por todo o estado do Paraná, por exemplo ✓ Municipal: SIM (Serviço de Inspeção Municipal) – Pode comercializar no município de CAMPINAS, por exemplo *SISBI: Criado em 2006, para facilitar o comércio entra os estados. Ajuda o pequeno produtor. Divisas entre São Paulo e Minas Gerais por exemplo, e não poder comercializar? SISBI permite isso a nível nacional. Só não permite importar. Precisa se atentar a ter toda a documentação!! Federal, Estadual e Municipal. Na dúvida, sempre entrar em contato com o órgão fiscalizador. CHANCELAS nos produtos: são carimbos nos produtos. Exemplos: Chancelas na risca! Letras, cores, fonte, tamanhos! Porque senão é clandestino Nº de registro do produto...... Ver em sites da nossa cidade as regras que devem ser seguidas. Sempre tem. Manuais entre outros para padronização dos estabelecimentos Trabalhos que podem ser desenvolvidos. Sempre estar atualizado. Regras e leis mudam o tempo todo. As legislações vigentes. Esse serviço que não é de origem animal. ANVISA (NACIONAL) AULA 3 RESPONSABILIDADE TÉCNICA O que é? Significa que precisa de um responsável técnico. Um padrão, que garanta que aquele alimento é seguro para comercializar para a população. Tem alguém que assina, inspeciona. É uma responsabilidade muito grande. Fiscalização no país é cada vez mais rigorosa. Você será preso se assinar por assinar sem responsabilidades. RT (RESPONSÁVEL TÉCNICO) é obrigatório? Quem pode ser? Uma pessoa responsável e concursado. Hoje em dia esse responsável é terceirizado. 5% é concursado. Seja pela Anvisa ou Ministério da Agricultura. Entrar em contato com o Conselho Regional de Medicina Veterinária, perguntar onde eu posso ser responsável técnico na região. É NECESSÁRIO TRABALHAR COM GESTÃO DE RISCO Empresa de POA também tem que pagar a anuidade ao CRMV para estar tudo regularizado. CAPACITAÇÃO Ter conhecimento de todo o processo ( da fazenda a mesa do consumidor) Somos responsáveis 24h por isso, pela qualidade e segurança do alimento. Carga horária mínima: Mínimo 6h no estabelecimento é obrigatório. No caso do PARANÁ: 56h semanais é o máximo. Vai depender do estabelecimento a carga horária. Procurar manual de RT Honorários – olhar tabela. DEPENDE DO ESTADO E MUNICÍPIO ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA Validade de 1 ano. Comprovar que você está orientando os funcionários: Através de treinamentos, e- mails, sistema online.