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�PAGE � �PAGE �5� 1 INTRODUÇÃO 1.1 Histórico sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), também conhecido como merenda escolar, teve sua origem na década de 40, quando o então instituto de nutrição defendia a idéia de o governo federal oferecer alimentação ao escolar. Na década de 50, surgiu um plano nacional de alimentação e nutrição, denominado Conjuntura Alimentar e o Problema de Nutrição no Brasil, onde com o passar do tempo, apenas o programa de alimentação escolar sobreviveu e teve o auxilio financeiro do Fundo Internacional de Socorro a Infância (FISI), atualmente conhecido como UNICEF. No ano de 1956, com a edição do Decreto n° 39.007, de 11 de abril de 1956, esta passou a se chamar Campanha Nacional de Merenda Escolar (CNME), com a intenção de promover o atendimento em âmbito nacional. No ano de 1965, o nome da CNME foi alterado para Campanha Nacional de Alimentação Escolar (CNAE) através do Decreto n° 56.886/65 e surgiram inúmero programas de ajuda americana, entre os quais destacavam - se os: “Alimentos para a Paz”, financiado pela Usaid; o “Programa de Alimentos para o Desenvolvimento”, visando o atendimento ás populações carentes e a alimentação de crianças em i dade escolar; e o “Programa Mundial de Alimentos”, da FAO/ONU. A partir de 1976, embora financiado pelo Ministério da Educação e gerenciado pela Campanha Nacional de Alimentação Escolar, o programa era parte do II Programa Nacional de Alimentação e Nutrição (Pronan). E somente em 1979 passou a denominar-se Programa Nacional de Alimentação Escolar. Mas foi em 1988 que o direito a alimentação escolar para todos os alunos do Ensino Fundamental foi assegurada, através da promulgação da nova Constituição Federal. O PNAE consiste na transferência de recursos financeiros do Governo Federal, em caráter suplementar, aos estados, Distrito Federal e municípios, fornecidos para a compra de gêneros alimentícios destinados a composição da merenda escolar, ele representa um dos maiores programas de alimentação e nutrição do mundo e o maior da América do Sul. Em 2008, a clientela atendida diariamente em todo o país ultrapassava 36 milhões de alunos, com um investimento de 1,6 bilhões de reais por ano. 1.2 Descentralização e Municipalização No ano 1994 aconteceu a descentralização dos recursos para realização do programa que foi instituída por meio da Lei n° 8.913, de 12/7/94, mediante celebração de convênios com os municípios e com o envolvimento das secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal, às quais se cedeu à competência para atendimento aos alunos de suas redes e das redes municipais das prefeituras que não haviam adotado à descentralização. A descentralização se estabilizou sob a gestão do FNDE, se deu com a Medida Provisória n° 1.784, de 14/12/98, em que, além do repasse direto a todos os municípios e secretarias de Educação, a transferência passou a ser feita automaticamente, sem a necessidade de celebração de convênios ou quaisquer outros instrumentos similares, permitindo maior agilidade ao processo. Com o FNDE no comando, a transferência dos recursos financeiros do programa tem ocorrido de forma sistemática e tempestiva, permitindo o planejamento das aquisições dos gêneros alimentícios de modo a assegurar a oferta da merenda escolar durante todo o ano letivo. Outros fatos importantes foram à instituição do PNAE em cada município brasileiro e do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) como órgãos deliberativos, fiscalizador e de assessoramento para a execução do programa. 1.3 Meta de cobertura nutricional A elaboração do cardápio escolar deve ser realizada, por um nutricionista responsável e habilitado, de modo a suprir, no mínimo 30% das necessidades nutricionais diárias dos alunos das creches e escolas indígenas e das localizadas em áreas remanescentes de quilombos, 20% dos alunos de pré - escolas e escolas de ensino fundamental e 70% para estudantes de escolas no período integral. Deve – se, a partir da merenda escolar, incentivar hábitos alimentares adequados, respeitando os hábitos alimentares, culturais e agrícolas das comunidades de cada região, sendo indispensável o teste de aceitabilidade, sempre que houver a inclusão de um novo alimento na merenda escolar. Além disso, a merenda deve garantir uma refeição diária com aproximadamente 350 kcal e 9 gramas de proteínas. O cardápio precisa conter 45 a 65% de carboidratos, 10 a 30% de proteínas e 25 a 35% de lipídios. Sendo assim, a merenda possibilitará uma cobertura de 20% das necessidades diárias dos alunos. O nutricionista responsável técnico deverá ser obrigatoriamente vinculado ao setor de alimentação escolar da Entidade Executora, e deverá ser cadastrado no FNDE (Resolução/FNDE/CD Nº. 32 de 10 de agosto de 2006). 1.4 Cálculo do repasse e recursos Os recursos financeiros vêem do Tesouro Nacional e estão garantidos no Orçamento da União. O FNDE passa a verba às entidades executoras (estados, Distrito Federal e municípios) em contas correntes abertas pelo FNDE, sem necessidade de celebração de convênio, ajuste, acordo, contrato ou qualquer outro instrumento. As entidades executoras (EE) têm liberdade para gerenciar o dinheiro e cabe a elas a complementação financeira para a melhoria do cardápio escolar, conforme estabelece a Constituição Federal. A transferência é feita em dez parcelas mensais, a partir do mês de fevereiro, para a cobertura de 200 dias letivos. Cada parcela corresponde a vinte dias de aula. Do total, 70% dos recursos são destinados à compra de produtos alimentícios básicos, ou seja, semi-elaborados e in natura. O valor a ser repassado para a entidade executora é calculado da seguinte forma: N° de alunos X Valor per X N° dias de = Total de recursos Atendidos capta (R$) Atendimento repassados A partir de 2010, o valor repassado pela União a estados e municípios foi reajustado para R$ 0,30 por dia para cada aluno matriculado em turmas de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos. As creches e as escolas indígenas e quilombolas passam a receber R$ 0,60 e as escolas que oferecem ensino integral terão R$ 0,90 por dia. O PNAE beneficia 45,6 milhões de estudantes da educação básica. 1.5 Objetivos do PNAE Contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de prática alimentar saudável dos alunos, por meio de ações de educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram as suas necessidades nutricionais durante o período letivo. 1.6 Beneficiados e participantes Os beneficiários da Merenda Escolar são os alunos da educação infantil, do ensino fundamental, da educação indígena, das áreas remanescentes de quilombos e os alunos da educação especial, matriculados em escolas públicas dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, ou em estabelecimentos sustentados pela União, bem como os alunos de escolas filantrópicas. A escola beneficiária tem que estar cadastrada no censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). Já a escola filantrópica necessita provar no censo escolar o número do Registro e do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, emitidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), bem como declarar o interesse em ofertar alimentação escolar com recursos federais aos alunos matriculados. Os participantes são: FNDE - Tem responsabilidade financeira, além de avaliar, normatizar, entre outras responsabilidades. Entidades executoras (EE) - São as secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal, prefeituras municipais e escolas federais, que são recebem o dinheiro, executam e prestam contas dos recursos financeiros transferidos pelo FNDE. Secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal - Atendem as escolaspúblicas estaduais e do Distrito Federal. Prefeituras municipais - Atendem as escolas públicas municipais, as mantidas por entidades filantrópicas e as escolas da rede estadual, quando são delegadas pelas secretarias estaduais de Educação. Escolas federais – Quando decidem receber diretamente os recursos, que podem ser incluídos no repasse destinado às prefeituras das respectivas cidades. Conselho de Alimentação Escolar (CAE) - O objetivo do é fiscalizar a aplicação dos recursos transferidos e zelar pela qualidade dos produtos Tribunal de Contas da União e Secretaria Federal de Controle Interno - São órgãos fiscalizadores. Secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou órgãos similares - Responsáveis pela inspeção sanitária dos alimentos. Ministério Público da União - Responsável pela apuração de denúncias, em parceria com o FNDE. Conselho Federal de Nutricionistas - Responsável pela fiscalização dos profissionais nutricionistas. 1.7 Funcionamento O programa funciona da seguinte maneira, os recursos são transferidos do Governo Federal para as Entidades Executoras em conta corrente que é aberta pelo FNDE. A transferência acontece em 10 parcelas mensais de valor igual a partir do mês de fevereiro de cada ano. As entidades deverão utilizar, no mínimo, 70% dos recursos do PNAE na aquisição de produtos alimentícios básicos. Os cardápios das escolas beneficiadas pelo PNAE devem ser elaborados por nutricionistas capacitados, com a participação do CAE, e respeitando os hábitos alimentares e vocação agrícola de cada localidade, sempre optando por produtos semi-elaborados e in natura. 1.8 Atribuições do nutricionista no programa Conforme a Resolução CFN Nº. 358/2005, Capítulo I: das Atividades Técnicas, Artigos 2º, 3º, 4º e 5º, diz que: Art. 2º. Os cardápios do Programa de Alimentação Escolar (PAE), sob a responsabilidade dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, serão elaborados por nutricionista habilitado na forma da Lei n° 8.234, de 17 de setembro de 1991. Art. 3º. Compete ao nutricionista, no exercício de atividades profissionais no âmbito do Programa de Alimentação Escolar (PAE), programar, elaborar e avaliar os cardápios, observando o seguinte: I - adequação às faixas etárias e aos perfis epidemiológicos das populações atendidas; II - respeito aos hábitos alimentares de cada localidade e à sua vocação agrícola; III - utilização de produtos da região, com preferência aos produtos básicos e prioridade aos produtos semi-elaborados e aos in-natura. Na elaboração de cardápios, o nutricionista deverá desenvolver as seguintes atividades: I - calcular os parâmetros nutricionais para atendimento da clientela com base em recomendações nutricionais, avaliação nutricional e necessidades nutricionais específicas, definindo a quantidade e qualidade dos alimentos, obedecendo aos Padrões de Identidade e Qualidade (PIQ); II - planejar, orientar e supervisionar as atividades de seleção compra armazenamento, produção e distribuição dos alimentos, zelando pela qualidade e conservação dos produtos, observadas sempre as boas práticas higiênicas e sanitárias; III - planejar e coordenar a aplicação de testes de aceitabilidade junto à clientela, quando da introdução de alimentos atípicos ao hábito alimentar local ou da ocorrência de quaisquer outras alterações inovadoras, no que diz respeito ao preparo, ou para avaliar a aceitação dos cardápios praticados, observando parâmetros técnicos, científicos e sensoriais reconhecidos e realizando análise estatística dos resultados; IV – estimular a identificação de crianças portadoras de patologias e deficiências associadas à nutrição, para que recebam o atendimento adequado no PAE; V - elaborar o plano de trabalho anual do Programa de Alimentação Escolar (PAE) municipal ou estadual, contemplando os procedimentos adotados para o desenvolvimento das atribuições; VI - elaborar o Manual de Boas Práticas de Fabricação para o Serviço de Alimentação; VII - desenvolver projetos de educação alimentar e nutricional para a comunidade escolar, inclusive promovendo a consciência ecológica e ambiental; VIII - interagir com o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) no exercício de suas atividades. Atividades complementares do nutricionista no PAE: I - coordenar, supervisionar e executar programas de educação permanente em alimentação e nutrição da comunidade escolar; II - articular-se com a direção e com a coordenação pedagógica da escola para o planejamento de atividades lúdicas com o conteúdo de alimentação e nutrição; III - assessorar o CAE no que diz respeito à execução técnica do PAE; IV - participar do processo de avaliação técnica dos fornecedores de gêneros alimentícios, segundo os padrões de identidade e qualidade, a fim de emitir parecer técnico, com o objetivo de estabelecer critérios qualitativos para a participação dos mesmos no processo de aquisição dos alimentos; V - elaborar fichas técnicas das preparações que compõem o cardápio; VI - orientar e supervisionar as atividades de higienização de ambientes, armazenamento de alimentos, veículos de transporte de alimentos, equipamentos e utensílios da instituição e dos fornecedores de gêneros alimentícios; VII - participar do recrutamento, seleção e capacitação de pessoal do PAE; VIII - participar de equipes multidisciplinares destinadas a planejar, implementar, controlar e executar políticas, programas, cursos, pesquisas e eventos; IX - contribuir na elaboração e revisão das normas reguladoras próprias da área de alimentação e nutrição; X - colaborar na formação de profissionais na área de alimentação e nutrição, orientando estágios e participando de programas de treinamento e capacitação; XI - comunicar os responsáveis legais e, no caso de inércia destes, a autoridade competente, quando da existência de condições do PAE impeditivas de boa prática profissional ou que sejam prejudiciais à saúde e à vida da coletividade; XII - capacitar e coordenar as ações das equipes de supervisores das unidades da entidade executora. Compete ao nutricionista, no âmbito do PAE, zelar para que, na capacitação especifica de merendeiros, assim entendidos os manipuladores de alimentos da merenda escolar, sejam observados as normas sanitárias vigentes. Conforme a Resolução CFN Nº. 358/2005, Capítulo II: da responsabilidade técnica e do quadro técnico, Artigos 6º, 7º e 8º, diz que: Capitulo II Art. 6º. Responsável técnico é o nutricionista habilitado que responde ética, civil, administrativa e penalmente pelas atividades definidas nesta Resolução e nas demais normas baixadas pelo CFN e executadas no âmbito do PNAE. Art. 7º. O quadro técnico será constituído por nutricionistas habilitados, que desenvolverão as atividades definidas nesta Resolução e nas demais normas baixadas pelo CFN, em consonância com as normas do PNAE, fazendo-o sob a coordenação e supervisão do responsável técnico, assumindo com este a responsabilidade solidária. Art. 8º. A assunção da responsabilidade técnica por mais de um município executor do Programa Nacional de Alimentação Escolar será permitida, a critério do Conselho Regional de Nutricionistas, observando-se o seguinte: I - número de alunos atendidos; II - compatibilidade de tempo para atendimento das atividades dos diferentes locais, levando em conta o tempo despendido para acesso aos locais e trabalho; III - existência de quadro técnico; e IV - grau de complexidade dos serviços. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 Descrição do Município; período de estágio. Assis está localizada no Sudoeste Paulista, o município de Assis tem como principal via de acesso a Rodovia Raposo Tavares, situada a 448 km da Capital. É um município Sede da Região de Governo do Estado e do Consórcio Intermunicipal Vale do Paranapanema, o CIVAP, que congrega 21 municípios somando aproximadamente 400 mil habitantes. Sua posição geográfica privilegiada contribui paraum perfil econômico diversificado na agricultura, comércio e prestação de serviços, desponta como grande centro educacional e tecnológico, tendo instalado em seu território o único curso de Biotecnologia da América Latina na Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”. Tem forte potencial turístico no Paranapamena, hoje, prepara sua história e continua avançando em novos caminhos e conquistas. População: 95.703 habitantes (Fonte IBGE julho 2006) Estimativa da Área: 462 km 2 (Fonte IBGE julho 2004) Coordenadas Geográficas: Latitude - 22º 39`42" Longitude - 50º 24`44” Altitude - 546 metros Clima: Subtropical Úmido, com temperatura média anual de 21,5º Relevo: Planalto Ondulado Suave. Vegetação: Campo ou cerrados. Hidrografia: Rios: Cervo, Jacu, Pavão, Capivara, Palmitalzinho, Fortuna e Matão, pertencentes à bacia hidrográfica do Médio Paranapanema - Rio Paranapanema. Solo: Arenoso, cor predominante vermelho-escuro. Limites: Norte - Lutécia. Sul - Cândido Mota e Tarumã. Leste - Echaporã e Platina. Oeste - Maracaí e Paraguaçu Paulista. Distâncias: São Paulo - 430 km Ourinhos/SP - 65 km Marília/SP - 75 km Presidente Prudente/SP - 126 km Maringá/PR - 237 km Londrina/PR - 126 km 2.2 Descrição do período de estágio O período de estágio na Divisão de Alimentação Escolar teve início no dia 09/05/2011 e o término no dia 16/06/2011. 2.3 Descrição completa da instituição Nome: Divisão da Alimentação Escolar (DAE). Endereço: Localizada na rodovia Raposo Tavares (km 444) município de Assis/SP, bairro: Parque Industrial. Local: Cidade de Assis-SP. Área de abrangência: Atende todas as escolas e creches da rede pública do município de Assis. Objetivo: Fornecer uma alimentação de qualidade para os estudantes, garantindo uma melhor qualidade de vida. Horários de atendimento: Manhã: 05h00 ás 13h00min e a Tarde: 13h00 ás 21h00min. Número de funcionários: 68. Cursos/ níveis/ séries Grupo A Grupo B Café da Manhã Manhã – 2.894 Manhã – 2.949 2.375 Tarde - 2.475 Tarde – 2.986 Noturno - 120 Noturno - 195 Características da clientela atendida Nº. de alunos matriculados: 8.218 Faixa etária: 0 a 60 anos. Tempo na escola e nº. de refeições Creche: 1.887.360 Pré – escola: 375.600 Fundamental: 1.938.600 Integral: 464. 400 Ensino médio: 706. 600 EJA: 53.200 Serviços prestados á comunidade: Entidades assistenciais e projetos na cidade de Assis, como: APAE, SER, SIM, entre outros. Características das Instituições: Instituição Faixa Etária Meta de Cobertura Nutricional Nº. Refeições CEMEI e Berçário (Creches) 0-6 meses 20, 30 e 70 % 1.887.360 7- 12 meses 20, 30 e 70 % 375.600 1- 3 anos 20, 30 e 70 % 375.600 4 – 5 anos 20, 30 e 70 % 375.600 EEPSG e EMEF (Ensino Fundamental) 6 – 10 anos (1 – 5º ano) 20, 30 e 70 % 1.938.600 11 – 14 anos (6 – 9º ano) 20, 30 e 70 % 1.938.600 EMEI (parcial) 4 – 6 anos 20, 30 e 70 % 464.400 20, 30 e 70 % 2.4 Roteiro de Observação 1. Qual a proposta da Coordenadoria de Alimentação Escolar para o Programa neste município? Atender as exigências do PNAE, respeitando os hábitos nutricionais e regionais, além de oferecer uma alimentação de qualidade do ponto de vista higiênico sanitário. 2. Quais os profissionais que compõem a equipe técnica da Coordenadoria de Nutrição? O número é suficiente? Qual a demanda desses profissionais para o bom funcionamento do Programa? Como se dá a integração entre os profissionais? Os profissionais que compõem a equipe são: o nutricionista que é responsável pela organização da DAE, ele conta com ajuda de duas secretárias. Existem também em todos os setores seus respectivos encarregados que supervisionam e direcionam o trabalho em cada setor. As merendeiras que são responsáveis pela preparação das refeições e os motoristas que são responsáveis pela distribuição da merenda escolar. Cargo Quantidade Horários Diretor – Nutricionista 01 09: 00 ás 17:00 Encarregado de creche 01 07: 00 as 17:00 Encarregado do RH 01 07: 00 ás 17:00 Encarregado de manutenção 01 07:00 às 15:00 Setor Bebida 01 encarregado 02 merendeiras 05:00 ás 14:00 07:00 ás 15:00 Setor Padaria 01 encarregado 03 ajudantes de serviço 02 merendeiras 05:00 ás 14:00 07:00 ás 15:00 Setor Lanche 03 merendeiras (encarregada é a mesma do setor cozinha) 07:00 ás 15:00 Setor Limpeza 02 07:00 ás 15:00 Setor Almoxarifado 03 estoquistas 07:00 ás 18:00 Setor Cozinha 02 encarregadas 42 merendeiras 05:00 ás 13:00 13:00 ás 21:00 Setor Transporte 01 encarregado 07 motoristas 07 ajudantes de serviço 04:00 ás 22:00 Total 68 funcionários A organização como um todo e cada um dos setores devem contribuir para que os objetivos da empresa sejam atingidos. Para tanto, os objetivos da organização devem ser conhecidos por todos. A organização deve alcançar as suas metas, com o menor custo e o maior lucro possível. Cada setor da empresa deve ter suas funções bem definidas (MEZOMO, 2002). Através do número de refeições servidas diariamente calcula-se o número de funcionários necessários para o trabalho de produção e distribuição (MEZOMO, 2002). O cálculo da quantidade de funcionários utiliza-se as seguintes fórmulas: IPF = Nº. de refeições servidas x n minutos X 60 Jornada diária de trabalho IPF = Indicador de pessoal Fixo Sendo, Nº. de refeições servidas (almoço, jantar, refeições noturnas completas) = 18.000 refeições em média. Nº. minutos = tempo médio gasto na produção e distribuição de uma refeição = 7 minutos IPF = 18.000 x 7 = 126.000 = 262,5 = 262 funcionários 8 x 60 480 Conforme a literatura a unidade não está de acordo, pois segundo o autor, uma unidade que oferece 18.000 refeições o número de funcionários sugeridos seriam 262, no qual possui somente 68 funcionários. 3. Como é feito o planejamento do trabalho? O planejamento do trabalho e feito no ano anterior que vai depender do orçamento, estrutura física, equipamentos, mão de obra, produtos testados aceitos ou não e sempre levando em conta os testes de aceitabilidade. Em cada setor da cozinha piloto tem um encarregado, que por ele é elaborado a função de cada funcionário e os seus horários de entrada e saída, isto é, 08 (oito) horas diárias, fazendo rodízios e respeitando os horários. Cada funcionário tem carga horária de 08 horas diárias com 01 hora de almoço, que na realidade os funcionários apenas almoçam e logo voltam a trabalhar dependendo da urgência do dia, valendo como hora extra. Quando por exemplo o cardápio oferecido é salada de fruta, tem todo um planejamento, assim o funcionário entra uma hora mais cedo. No setor do transporte a carga horária excede 08 horas, sendo contado como hora extra, sendo determinado por escala. Todos os funcionários trabalham de segunda a sexta-feira. 4. Qual a faixa etária atendida dividida por cursos e series disponíveis? Qual o tempo de permanência na instituição, n° de refeições, meta de cobertura das necessidades nutricionais das crianças e tipos de cardápios para cada curso/serie? A faixa etária atendida é: Creche Crianças de 4 meses a 3 anos de idade; Pré - escolar: Crianças de 04 a 06 anos de idade; Escolar: Crianças de 07 a 12 anos de idade; Ensino Fundamental Horário das refeições e turnos Tempo de permanência do aluno na escola Escola Entrada Saída Tempo de Permanência Matinal 07h00 12h00 5 horas Vespertino 12h00 17h00 5 horas Noturno 07h00 10h40 3 horas e 40 min. Integral 07h00 17h00 10 horas Número de refeições Ensino/Refeições Diária Mensal AnualFaixa Etária Fundamental 13.000 260.000 2.600.000 Pré - escola: 04 a 06 anos Escolar: 07 a 12 anos Creches 4.800 96.000 1.056.000 4 meses a 3 anos Nº. de escolas Tipo de Clientela Nº. de Refeições 07 Creches 2404 03 Especial 2385 03 Integral 3411 12 Grupo A (manhã) 1542 12 Grupo B (manhã) 2060 12 Grupo A (tarde) 2436 14 Grupo B (tarde) 3530 1 Projeto ABC (manhã) 60 1 Projeto ABC (tarde) 60 1 Nosso Lar (manhã) 30 1 Nosso Lar (tarde) 30 1 Projeto Ser (manhã) 45 1 Projeto Ser (manhã) 45 1 SIM (manhã) 70 1 SIM (tarde) 80 1 FICAR (manhã) 7 1 FICAR (tarde) 9 Total de Refeições 18204 Obs.: Nesta tabela o total de refeições varia dependendo do alimento oferecido, e também é adaptado para evitar o desperdício dessa merenda. Não seguindo pelo número de matriculas de cada escola e sim pelo número de alunos no dia. 5. Como são elaborados os cardápios? Verificar os tipos de cardápios, com são calculados e planejados (mensal/mensal/semestral/anual/). Há receituário padrão? Os cardápios são elaborados pelo nutricionista do DAE semanalmente de acordo com a aceitação, o tipo de alimento, o clima e os hábitos alimentares e são elaborados quatro tipos de cardápios. Existe sim um receituário padrão. Grupo A e Grupo B: São escolas comuns que servem apenas uma refeição ao dia, e essas refeições variam, um dia é comida no outro é lanche. Escolas integrais: Nessas escolas são oferecidas três refeições ao dia: desjejum, almoço e lanche da tarde. Creches: Os alimentos são enviados da DAE para as creches e lá as refeições são preparadas. efeiç da DAE para as creches e ls r��������������������������������������������������������������������������������������� Grupo especial: São escolas comuns, porém ficam localizadas na periferia da cidade de Assis, onde o nutricionista elaborou esse cardápio pensando no melhor rendimento escolar dos alunos ofertando um desjejum e um almoço. Existem também refeições para crianças com cuidados especiais, como intolerância a lactose, diabetes entre outros problemas. E não há um receituário padrão na DAE. Segue Anexo IX dos cardápios. 6. Como é feito o repasse de verba para o município? Quanto é repassado per capita dos níveis: federal, estadual e municipal? Verificar o repasse no ultimo mês (internet) e comprara com o gasto do município. O repasse é feito do governo federal aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior. O FNDE transfere esses recursos para as Entidades Executoras tem contas correntes abertas pelo próprio FDNE. As Entidades Executoras têm o dever de administrar o dinheiro e de complementar financeiramente para a elaboração dos cardápios. A transferência é feita em dez parcelas mensais, a partir do mês de fevereiro, para a cobertura de 200 dias letivos. Cada parcela corresponde a vinte dias de aula. Do total, 70% dos recursos são destinados à compra de produtos alimentícios básicos, ou seja, semi-elaborados e in natura. O valor a ser repassado para a entidade executora é calculado da seguinte forma: TR = Número de alunos x Número de dias x Valor per capita, onde TR é o total de recursos a serem recebidos. 7. Quais os recursos materiais de que a Coordenadoria de Nutrição dispõe: computadores, softwares específicos de Nutrição, etc.? A Coordenadoria de Nutrição possui 2 computadores para o nutricionista e 1 para cada secretaria totalizando 4 computadores que servem para auxiliar nas tarefas do dia a dia.E não existe nenhum softwares especifico de nutrição. 8. O serviço é terceirizado? Se sim, como funciona a terceirização e qual a avaliação sobre esse processo? Não, os serviços são centralizados. As refeições são preparadas na DAE e encaminhadas para as escolas. 9. Existem estudos sobre aceitação, adesão e desperdício da Alimentação Escolar distribuída? Sempre que são introduzidos novos produtos e/ou preparação é realizado o teste de aceitabilidade pelos estagiários de nutrição. Onde é observado a aceitação da dieta, e o desperdício é avaliado por meio da coleta de sobras sujas e sobras limpas. 10. Há analises da sazonalidade dos gêneros alimentícios para o planejamento das compras? Sim, a análise de sazonalidade de gêneros é feita pelo nutricionista com todas as amostras dos produtos que concorrerão no pregão antes do inicio do mesmo, caso o produto não tenha as características qualitativas exigidas, o produto será suspenso do leilão. Se o fornecedor for concorrer o pregão com apenas um produto e esse produto não for aceito por falta de qualidade o fornecedor não participará, mas caso apenas um produto não seja aceito, o fornecedor continua concorrendo com os outros produtos. E durante o ano procura oferecer os produtos da época, tornando assim às refeições mais ricas no que diz respeito à variedade, oferecendo diversos tipos de alimentos (principalmente hortifrutis) e reduzindo assim o custo total de cada refeição. 11. Como é feita a compra dos gêneros (licitação, mapa de compras, periodicidade etc.)? Verificar a política de compra adotada, critérios para seleção de fornecedores, controle de recebimento de gêneros, etc. O nutricionista escolhe os produtos e os fornecedores através de licitações, onde ele faz a descrição do produto que ele deseja como, por exemplo, o tipo de embalagem, a composição nutricional e etc. Realizadas as descrições, os fornecedores que tiverem os produtos com as respectivas exigências, eles participaram do processo de licitações e ganha quem tiver o melhor preço. Esse processo é realizado anualmente e uma vez escolhido os produtos e fornecedores, esses se tornam fixos durante o ano, com isenção dos casos de irregularidades por parte dos fornecedores. Para o controle do estoque existe um formulário de entrada e saída, e de acordo com que o estoque vai diminuindo os funcionários do estoque solicitam a reposição. Na hora de fazer os pedidos eles observam vários itens como o prazo de vencimento, caso os fornecedores não cumpram com as exigências, os produtos serão devolvidos a empresa, e se persistir ocorre a recessão do contrato e o produto volta para o pregão. rantir que o prudto na exceda na vaildade.������������������������������r causamente. as descriçoes ����������������������������������������������������� 12. Há planejamento e controle de compra e distribuição de gêneros as escolas/creches, segundo o per capita e n° refeições servidas (n° crianças matriculadas)? Sim, os responsáveis pelas escolas e creches informam o número de alunos matriculados para o nutricionista e a partir desses dados é possível calcular o per capta de cada alimento. Porcionamento = per capta do alimento x nº. de aluno de cada escola. 13. É feito controle diário de estoques nas escolas e creches atendidas pelo programa? De que maneira? Não, pois é totalmente desnecessário. Há um controle semanal através de listagem de compras. 14. O número de refeições é controlado diariamente nas escolas e creches/ De que maneira? Existe o controle do que cada unidade consome de acordo com o cardápio, não é diário, mais é baseado no estudo já feito nas escolas. 15. Descreva as instalações físicas da coordenadoria de Nutrição: locais de armazenamento de gêneros alimentícios e de material de limpeza, frigoríficos, panificadora. Existem 2 locais para o armazenamento dos produtos não perecíveis, um para a creche que fica dentro da DAE numa sala de estoque, e a outra para o armazenamento das escolas, que fica numa sala de estoque na parte externa da DAE. Também existem containeres para o armazenamento de carnes hortifrutis no qual as temperaturas ficam em torno de 6º C para os hortifrutis e -20ºC para as carnes; nos corredores da unidade possuem freezer que são utilizados para armazenagem de margarinas e frios. Há também umsetor de preparação de bebidas também conhecido como “vaca mecânica” destinada à preparação de sucos e leites serem servidos na merenda. Neste setor os funcionários utilizam liquidificador para a mistura dos ingredientes e uma máquina para ensacar as bebidas servidas para as crianças. No setor de lanches, onde são produzidos os sanduíches, na maioria das vezes recheados com margarina ou frios, as merendeiras contam com o auxilio de um fatiador de frios e prateleiras onde armazenam os produtos preparados até que sejam levados para a distribuição. Na padaria possuem equipamentos que ajudam na mistura das massas, tanto a de pão como a de bolo e outras preparações, outras máquinas sovam enquanto outras enrolam as massas para que fiquem no formato desejado. Existe ainda um forno industrial e prateleiras onde são colocados os pães e bolos para que resfriem até que possam ser embalados. 16. Localize geograficamente o conjunto de escolas, creches e outras instituições que o Programa abrange: qual a população (n°) atendida por região? Esse número corresponde ao conjunto dos estabelecimentos de ensino publico do município? Divisão da merenda Bairro Condições Econômicas/ região Grupo Tipo de cardápio Cardápio Total de alunos/dia Cinturão geográfico Baixa renda Grupo Especial Desjejum Almoço Bolacha ou pão recheado Arroz/feijão e carne 903 1.307 Centro Média renda Grupo A Pão ou canjica, arroz doce. Lanche com recheio ou prato único doce Manhã: 1.171 Tarde: 2.921 Centro Média renda Grupo B Pão e suco e bebida Láctea Lanche com recheio e suco ou bebida Láctea Manhã: 2.185 Tarde: 3649 Número de refeições Ensino/ refeições Diária Mensal Anual Faixa Etária Fundamental 13.000 260.000 2.600.000 Pré-escola: 04 a 06 anos Escolar: 07 a 12 anos Creches 4.800 96.000 1.056.000 4 meses a 3 anos 17. Como é feita a supervisão dos locais e qual a periodicidade? Não existe um sistema de visita constante porque exige muito tempo, só é realizado no caso de uma necessidade, ou quando o diretor pede. Mais antigamente existia um check-list para verificar a paramentação dos funcionários, etc., mas hoje é feito esporadicamente. 18. Há avaliações periódicas do funcionamento do Programa? Sim, é observado se as crianças estão se alimentando, as mudanças do cardápio (aceitação), mais não são feito nenhum questionário. Sendo hoje a % de aceitação 80% do total de alunos. 19. Como se dá o processo de seleção dos Recursos Humanos? Existem programas de treinamento e de reciclagem de merendeiras/cozinheiras? Na DAE a contratação de funcionários ocorre através de concurso público (estágio probatório de 3 anos) ou por projeto de inclusão social (pessoas carentes são contratadas por 1 ano ou 2). 20. Existem ações de vigilância alimentar e nutricional da população – alvo? Por parte da secretaria da educação não, porém, é realizado pelos estagiários que visitam algumas escolas e creches avaliações nutricionais, porém esse trabalho não abrange todas as escolas e creches. 21. Como funcionam os órgãos de fiscalização do PNAE: Conselho de Alimentação Escolar e Núcleo de Controle de Qualidade? O TCU (Tribunal de Contas da União) é órgão um fiscalizador do governo federal que tem a tarefa de garantir a correta utilização dos recursos públicos federais. A fiscalização da correta utilização dos recursos é competência do FNDE e CAE além dos demais órgãos de controle interno do Poder Executivo Federal e externo do TCU e Secretaria Federal de Controle, compreendido o Ministério Publico, que averigua as denúncias de irregularidades na execução do programa. 22. Há um programa de desinsetização da Coordenadoria de Nutrição e da área de preparo das refeições nas escolas/ A quem compete esse serviço? Sim, a desinsetização é um serviço terceirizado a atual empresa DESS MATE, selecionada através de licitação responsável pela DAE, creches e escolas do município. A empresa faz manutenção semanalmente, as iscas estão espalhadas por da unidade e são trocadas 1 vez por semana no inverno e 2 vezes por semana no verão, a pulverização é feita conforme há necessidade, geralmente é mensal e cada 6 meses são feita a desratização e desinsetização. 23. Como é tratado o lixo da Alimentação Escolar nas Escolas? O lixo da DAE é separado em sacos de lixo e armazenado em um local adequado. É orientado que a sobra suje desprezado e a sobra limpa é encaminhada para entidades carentes. 24. De acordo com a opinião do nutricionista responsável, quais os principais problemas do PNAE e como soluciona – lós? Segundo o nutricionista existem duas dificuldades: o valor do repasse é muito baixo e é difícil atender todas as exigências do PNAE como micronutrientes adequados por faixa etária. Exercícios: 1. Examinar o funcionamento e as instalações do Serviço de Alimentação Escolar da Unidade Escolar, utilizando formulário de avaliação específico. Analisar os resultados (relatar os fatos comparando com o ideal) e formular sugestões baseadas na literatura da área. Os municípios que apresentam cozinha-piloto, também aplicar formulário e fazer análise na mesma. 1.1 Estrutura Física: Verificar instalação física, equipamentos e higienização: a) Cozinha: Recebimento: Durante o recebimento, os funcionários que trabalham no estoque recebem a mercadoria e verificam a validade, quantidade, marca e qualidade dos produtos solicitados. Se o produto estiver dentro dos requisitos citados acima, eles são descarregados, caso contrário eles são devolvidos. O recebimento das mercadorias é realizado de maneiras diferentes, o de hortifrutis é todas as terças e quintas na Associação dos Produtores Rurais do Município de Assis e Região (APRUMAR). Os outros gêneros são recebidos na própria unidade, na área do estoque interno. Higienização de equipamentos, utensílios e alimentos: A higienização dos alimentos é realizada de forma adequada, sendo os alimentos escolhidos, lavados, sanitizados conforme o alimento. Os equipamentos são higienizados diariamente pelas funcionárias todo final de expedientes, e são higienizados primeiramente com água e sabão e em seguida higienizados com sanitizantes, seguindo as indicações dos produtos utilizados. Já a higiene dos utensílios, acontece todas as vezes que são trocados de função, sendo lavados e higienizados corretamente. Manipulação de Alimentos: Na cozinha piloto, ocorre em horários divididos a manipulação de carnes e hortaliças, para que não se tenha risco de contaminação cruzada,eles são manipulados em bancadas e horários diferentes.Cada funcionária tem no dia, a função que deve fazer naquela determinada preparação, marcado em uma lista que é deixada em uma parede da produção , mostrando uma organização nesse setor.Elas sempre higienizam as mãos mostrando preocupação para que não ocorra contaminação cruzada. Armazenamento Seco: Os alimentos da creche ficam armazenados dentro da DAE em uma sala de estoque e os alimentos da merenda escolar ficam armazenadas em local separada da DAE. Os alimentos não perecíveis são armazenados em estantes de aço afastada do chão em ordem de recebimento na cozinha piloto, conforme a portaria as sacarias, como cereais são dispostas corretamente em cima de estrados de madeira, ficando afastados do chão, há ventilação no local e a porta de refrigeração é armazenada no almoxarifado, que se localiza no meio da DAE, o local possui as seguintes características: a parede é pintada metade da cor azul e a outra metade da cor branca, o teto é em PVC, todas as janelas são de cor azul e possuem tela de proteção e os pisos são rejuntados em cor escura, possui uma balança. Armazenamento Frio: Os recebimentos estão de acordo. Os alimentos que não necessitam de hortifrutis da merenda escolar são armazenados sob refrigeração em contêineres. Os hortifrutis das creches chegam à DAE e são pesados, separados e distribuídos para as respectivasunidades. As carnes são armazenadas em contêineres a uma temperatura de – 20C°, e geralmente são recebidas 2 vez por semana. Produção (Parede, Piso, Iluminação, Ventilação, Espaço físico, Higienização e Lixo): Na unidade de alimentação a parede e azulejada até ao meio e a parte de cima pintada de branca, sendo possível lavar, possui 04 janelas de vidros com as ferragens pintadas em azul, todas com tela de proteção, não possui bolores e está em bom estado e conservação. O piso é bege claro, não é antiderrapante, mais é resistente, é de fácil higienização, não acumulada sujidades, possuem grelhas para o escoamento da água, mas não são sinfonados, de acordo com a legislação. A iluminação é fluorescente em todas as áreas da unidade, é uniforme, as lâmpadas e luminárias encontram-se limpas e protegidas contra explosão e quedas e estão em bom estado de conservação. A unidade possui um sistema de ventilação muito boa, apenas a área de preparo que é mais abafada, porém isso é devido ao fato dos vapores das panelas e caldeiras, as outras áreas da unidade são bem ventiladas e de temperatura agradável, há 04 ventiladores instalados, pois possui sistemas de exaustão.O espaço físico tem área separada para manipulação de hortifruit, onde são realizados o pré-preparo (produto crus) e outro local separado para manipulação de carnes e preparos final (cozinha quente). O setor de higienização não é separado por paredes completas, apenas por uma mureta, e possui 3 pias grande e funda, com mesas plásticas auxiliares em volta. Os lixos são acondicionados em sacos pretos para lixo, em lixeiras tampadas acionados por pedal, que são retirados diariamente em todas as áreas. São levados para um local próprio para lixo, onde o caminhão da prefeitura passa para retirar toda segunda, quarta e sexta-feira. Os papelões e plásticos são separados para a Cooperativa e Reciclagem. O lixo sai pela mesma área onde são recebidas as matérias primas para a produção de alimentos, porém em horários diferentes, evitando o cruzamento dos alimentos com o lixo, o que evita o risco de contaminação. b) Refeitório: Possui 2 mesas, 16 cadeiras destinados para as refeições dos funcionários e para a seleção de grãos. Também possui caixas de monoblocos que armazenam grãos, além de 1 bebedouro, 1 pia e 1 lavatório de mãos, 1 lixeira com pedal, 1 TV, 2 ventiladores e janelas teladas. Paredes: São lisas e é pintada de azul até a metade, a outra metade é pintada de branco. Piso: O piso do chão desta área possui piso bege com rejunte escuro e não contem ralos. Iluminação: A iluminação é clara e uniforme, pois possuem uma janela grande com tela e as ferragens pintadas em azul, possui03 luz e segurança. Ventilação: O refeitório da unidade possui um sistema de ventilação muito bom, não é abafada e possui uma temperatura agradável. Possui 02 ventiladores. Espaço físico: O espaço físico corresponde a 30m2. Mesas: Possuí uma mesa de PVC com 08 banquetas aclopadas. Cadeiras: As banquetas são aclopadas a mesa em PVC. Higienização: Possuí uma pia para higiene das mãos com sabonete líquido, papel toalha. A higienização desta área é realizada diariamente, após o café da manhã e após o almoço, logo em seguida a retirada dos funcionários desta área. Lixo: Possuí uma lixeira grande com pedal onde é retirado o lixo diariamente, diversas vezes ao dia, sendo retirado após o café da manhã e após o almoço e sempre que necessário. 1.2 Produção: Técnicas de pré-preparo e preparo; controle de qualidade e quantidade das refeições. Existe uma área para a cocção e outra para o pré-preparo, no qual são divididas em horários diferentes, para evitar contaminação cruzada, porque não tem espaço suficiente para dividir em áreas separadas. O pré-preparo de hortifrutis é feito da seguinte maneira: primeiro em uma pia retira as sujidades e depois em outra pia é colocado os hortifrutis em um tambor com 20 litros de água e 200 ml de água sanitária, que é deixado por um tempo. Para o pré-preparo das carnes primeiro elas são retiradas do freezer e são levadas para a área de preparo, onde são cortadas e/ou fatiadas de acordo com o tipo de preparação. Na unidade são utilizadas carnes tipo bifes, em cubos, iscas e algumas peças já são entregues cortadas, outras são entregues em peças inteiras, sendo necessário o corte das porções. A guarda de amostra deve ser realizada com o objetivo de esclarecer qualquer ocorrência de enfermidade transmitida por alimentos prontos para o consumo. As amostras que devem ser colhidas são componentes do cardápio da refeição servida, na distribuição, 1/3 do tempo antes do término da mesma. Para saber a quantidade de refeição que precisa mandar, as escolas falam a quantidade de alunos, e essa quantidade é multiplicada pelo per capta e em seguida transformada em litros. Nº. Aluno x per capta = total de merendas em kg 1.3 Distribuição As comidas são separadas para cada escola em latões de alumínio graduados em litros. O transporte é feito por veículos do modelo Kombi até as escolas. Onde o porcionamento é feito pelas merendeiras e não há gramagem específica, variando de escola pra escola e faixa etária dos alunos. Nas escolas de período integral, as refeições são preparadas na própria escola, e o modo de distribuição é self-service. Já nas creches o tipo de serviço utilizado é o prato pronto, onde as merendeiras que fazem o prato. Nas EMEIS o sistema de distribuição é descentralizado, elas mesmas produzem e fazem à distribuição. 1.4 Restos e Sobras Os alimentos que sobram dos pratos dos alunos, que é a sobra suja, é retirado do refeitório ao término da distribuição e é colocado em um saco de lixo plástico, sendo desprezado em seguida. As sobras limpas, que são aquelas que foram preparadas e não foram distribuídas, são doados para entidades e projetos beneficentes da cidade. 1.5 Métodos de Higienização (panos e uniformes; higiene pessoal; e controle de insetos e roedores). Higiene pessoal e Uniforme Estética e asseio Banho diário Cabelos protegidos Barba feita diariamente e bigode aparado Unhas curtas, limpas, sem esmalte ou base Uso de desodorante inodoro ou suave sem utilização de perfumes Maquiagem leve Não utilização de adornos (colares, amuletos, pulseiras ou fitas, brincos, relógio e anéis, inclusive alianças). Uniformes Uniformes completos, de cor clara, bem conservados e limpos e com troca diária de utilização somente nas dependências internas do estabelecimento; Os sapatos devem ser fechados, em boas condições de higiene e conservação. Devem ser utilizadas meias; O uso de avental plástico deve ser restrito às atividades onde há grande quantidade de água, não devendo ser utilizado próximo ao calor; Não utilizar panos ou sacos plásticos para proteção do uniforme; Não carregar no uniforme: canetas, lápis, batons, escovinhas, cigarros, isqueiros, relógios e outros adornos; Nenhuma peça do uniforme deve ser lavada dentro da cozinha. Os funcionários devem lavar as mãos sempre que: Chegar ao trabalho Utilizar os sanitários Tossir, espirrar ou assuar o nariz; Usar esfregões, panos ou materiais de limpeza; Fumar; Recolher lixo e outros resíduos; Tocar em sacarias, caixas, garrafas e sapatos; Tocar em alimentos não higienizados ou crus; Pegar em dinheiro; Houver interrupção do serviço; Iniciar um novo serviço; Tocar em utensílios higienizados; Colocar luvas (PORTARIA, CVS 6/99). Todos os funcionários recebem 05 trocas de roupas contendo calça branca, camiseta branca, avental de pano, avental de napa, botas ou sapatos antiderrapante e toucas/bonés. A compra dos uniformes é feita anualmente. Panos A unidade não utiliza panos para secagem de utensílios e superfícies, são utilizados apenas panos descartáveis para essa utilidade. E os uniformes são de responsabilidade dos funcionários. Controle de Insetos e Roedores A empresa responsável peladesinsetização da DAE é escolhida através de licitação. A empresa responsável pela desinsetização da DAE, creches e escolas é a empresa DESS MATE. A desratização e desinsetização é realizada a cada 6 meses. 1.6 Número de Merendeiras (necessário e existente) IPF = Indicador de pessoal Fixo IPF = Número de refeições servidas x n minutos Jornada diária de trabalho x 60 minutos IPF = 18.000 x 7 = 126.000 = 262 funcionários 8 x 60 480 O total de funcionários para atender essa demanda é 262 e na DAE possuem apenas 68 funcionários. 2. Avaliar quantitativamente os cardápios de Alimentação Escolar de três dias (VET, proteína bruta e líquida, Ndpcal %, lipídio e carboidrato, cálcio, ferro, vitamina C e vitamina A). Comparar os resultados com as recomendações da legislação descrita no PNAE e as necessidades do escolar na faixa etária em questão. Os cardápios avaliados foram das seguintes escolas: Emeif Profª. Maria Clélia de Oliveira Valim, Emeif Profª.Maria Amélia e Emeif Darcy Ribeiro. Sendo todas as séries do ensino fundamental com idade entre 6 a 10 anos. Para análise dos cardápios foi utilizado o programa AVANUTRI. Sendo recomendados os seguintes valores de referencia 6 a 10 anos: CHO: 48,8g x 4 195,2 Kcal PTN: 9,4g x 4 = 37,6 Kcal LIP: 7,5g x 9 = 67, 5 Kcal Recomendado = 300 kcal 1º Cardápio: Arroz Branco e Feijão Comum, Strogonoff de Carne, Abobrinha Refogada, Salada Cenoura e Beterraba. Alimento Per capta (g) CHO (g) PTN (g) LIP (g) Ca (mg) Fe (mg) Vit A (ug) Vit C (mg) Mg (mg) Zinco (mg) Fibras (g) Arroz 40 32 2,85 0,26 11,2 1,78 --- --- 10 0,44 0,52 Feijão 30 18,39 6,75 0,32 24,9 2,01 0,24 1,21 41,4 0,84 5,73 Strogonoff de carne 80 2,39 13,2 11,82 18,97 1,69 78,47 1,05 17,22 2,58 0,31 Abobrinha 13,3 1,67 0,42 --- --- --- --- --- --- --- 0,58 Cenoura 13 1,26 0,14 0,26 4,81 0,09 143 --- --- --- 0,13 Beterraba 25 2,37 0,42 0,02 3,5 0,2 0,5 0 0 0 0,25 Leite em Pó 5 2,70 1,70 0,05 --- --- --- --- --- --- --- Cebola 16 1,55 0,22 0,03 4,8 0,16 0,32 --- --- --- 0,12 Óleo 5 --- --- 5 --- --- --- --- --- --- --- Alho 4 1,17 0,21 0,1 1,52 0,05 0,08 --- --- --- 0,04 Cheiro verde 2,10 0,14 0,05 0,01 2,77 0,05 12,4 --- --- --- 0,02 Tempero base sal 3,15 0,06 0,08 0,01 --- --- --- --- --- --- 0,01 Margarina 32 0,03 0,03 16,24 --- --- --- --- --- --- --- Farinha de Trigo 3,4 3,11 0,38 0,05 --- --- --- --- --- --- --- Total 66,84 26,45 34,06 72,47 6,03 235,01 2,26 68,62 3,86 7,71 Kcal Total 267,36 105,80 397,53 --- --- --- --- --- --- --- Recomendação 48,8 9,4 7,5 210 1,8 100 7 37 1,3 5,4 %Adequação 136,96% 281,38% 454,13% 34,50% 335% 235,01% 32,2% 185,45% 296,92% 142,77% Ndpcal = (PTN de Cereais x 0,5) + (PTN de Leguminosas x 0,6) + (PTN Animal x 0,7) x 4x 100 VCT Ndpcal = (3,23x 0,5) + (6.75 x 0,6) + (14,93 x 0,7) x 4x 100 770,69 Ndpcal = 1,61 + 4,05 + 10,45 x 4x 100 770,69 Ndpcal = 16,11 x 4x 100 = 8,36% 770,6 Comentários: Através da análise do cardápio pode-se dizer que os alunos estão recebendo quantidades acima do que é recomendado pelo PNAE, visto que a caloria, proteína, carboidrato, lipídio, ferro, vitamina A, Mg e Fibras se encontram acima da recomendação. Já a Vitamina C e o Cálcio estão abaixo das necessidades. O Ndpcal está abaixo do recomendado para essas faixas etárias, por ser ideal entre 9 a 10% para esses alunos. 2º Cardápio: Polenta + Molho de Salsicha com Legumes (Tomate, Cebola, Cenoura, Chuchu e Cheiro-Verde). Alimento Per capta CHO (g) PTN (g) LIP (g) Ca (mg) Fe (mg) Vit A (ug) Vit C (mg) Mg (mg) Zinco (mg) Fibras (g) Fubá 11 7,69 0,81 0,36 --- --- --- --- --- --- --- Salsicha 13,4 0,33 1,47 3,54 --- --- --- --- --- --- --- Tomate 66 1,38 0,24 0,09 2,1 0,18 18 --- --- --- 0,18 Cebola 16 1,55 0,22 0,03 4,8 0,16 0,32 --- --- --- 0,12 Cenoura 13 1,26 0,14 0,26 4,81 0,09 143 --- --- --- 0,13 Chuchu 13,3 1,02 0,11 0,02 1,59 0,07 0,26 --- --- --- 0,07 Cheiro - Verde 2,10 0,14 0,05 0,01 2,77 0,05 12,4 --- --- --- 0,02 Tempero base sal 3,15 0,06 0,08 0,01 --- --- --- --- --- --- 0,01 Óleo 5 --- --- 5 --- --- --- --- --- --- --- Proteína 1,50 0,31 0,52 0,01 --- --- --- --- --- --- --- Margarina 32 0,03 0,03 26,24 --- --- --- --- --- --- --- Total 13,77 3,67 35,57 16,07 0,55 173,98 --- --- --- 0,53 Kcal Total 55,08 14,68 320,13 --- --- --- --- --- --- --- Recomendação 48,8 9,4 7,5 210 1,8 100 7 37 1,3 5,4 %Adequação 28,21% 39,045% 47,42% 7,65% 30,5% 173,98% --- --- --- 9,81% Ndpcal = (PTN de Cereais x 0,5) + (PTN de Leguminosas x 0,6) + (PTN Animal x 0,7) x 4x 100 VCT Ndpcal = Ndpcal = (0,81x 0,5) + (0,52x 0,6) + (2,02 x 0,7) x 4x 100 389,89 Ndpcal = 0.40+ 0,31+1,41 x 4x 100 389,89 Ndpcal = 2,12 x 4x 100 = 2,17% 389,89 Comentários: Como se pode observar, as crianças estão recebendo acima de suas necessidades diárias de proteínas, lipídio e vitamina A e já as quantidades de carboidrato, ferro, cálcio e fibras estão abaixo da recomendação do PNAE. O Ndpcal está abaixo do recomendado para essas faixas etárias, por ser ideal entre 9 a 10% para esses alunos. 3º Cardápio: Mingau de Chocolate Enriquecido com Vitaminas e Minerais + Biscoito de Leite. Alimento Per capta CHO (g) PTN (g) LIP (g) Ca (mg) Fe (mg) Vit A (ug) Vit C (mg) Mg (mg) Zinco (mg) Fibras (g) Mistura para preparo de mingau de chocolate 41,7 29,60 2,46 0,61 --- --- --- --- --- --- --- Biscoito de Leite 3 2,20 0,29 0,22 --- --- --- --- --- --- --- Total 31,8 2,75 0,83 --- --- --- --- --- --- --- Kcal Total 127,2 11,0 7,47 --- --- --- --- --- --- --- Recomendação 48,8 9,4 7,5 210 1,8 100 7 37 1,3 5,4 %Adequação 65,16% 29,25% 11,06% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% Ndpcal = (PTN de Cereais x 0,5) + (PTN de Leguminosas x 0,6) + (PTN Animal x 0,7) x 4x 100 VCT Ndpcal = (0,0 x 0,5) + (0,0 x 0,6) + (2,75x0, 7)x4x100 145,67 Ndpcal = (0,0 x 0,5) + (0,0 x 0,6) + (2,75x0, 7)x4x100 145,67 Ndpcal = 0,0 + 0,0 +1,92 x 4 x 100 = 5,27% 145,67 Comentários: Neste cardápio as quantidades de carboidrato, proteína, lipídio e os micronutrientes estão abaixo das necessidades diárias recomendada para essa faixa etária. E o valor do Ndpcal também se encontra abaixo sendo o indicado de 9 a 10 %. 3. Calcular o custo total e per capita das preparações servidas nos três dias em que foi feita a avaliação da alimentação e comparar com o repasse (valor per capita). Os cálculos encontram - se no Anexo II. 1º dia – 24/05 Arroz Branco e Feijão Comum, Strogonoff de Carne, Abobrinha Refogada, Salada Cenoura e Beterraba. Produto Preço Unitário Per capita Preço total Arroz Branco R$1,68/5 kg 36,4 g R$0,06 Feijão Comum R$1,77/1 kg 12,5 g R$0,02 Carne R$12,70/1 kg 22,2 g R$0,28 Abobrinha R$0,34/1 kg 12,5 g R$0,004 Cenoura R$0,52/1 kg 11,25 g R$0,006Beterraba R$0,60/1 kg 11,25 g R$0,007 Leite em Pó R$11,20/1 kg 4,2 g R$0,05 Cebola R$0,65/1 kg 1,0 g R$0,0006 Óleo R$2,48/ 900ml 2,7 ml R$0,007 Alho R$6,25/ 1 kg 0,20 g R$0,001 Cheiro verde R$1,70/ 1 kg 0,40 g R$0,0007 Tempero base sal R$2,05/ 1 kg 1,60 g R$0,003 Colorífico R$2,29/ 1 kg 0,60 g R$0,001 Margarina R$57,10/15 kg 0,60 g R$0,002 Farinha de Trigo R$1,17/1 kg 3,2 g R$0,004 TOTAL R$102,50 R$0,45 Custo total: 280 alunos x R$0,45 = R$126,00 Repasse do PNAE: 280 alunos x R$0,30 = R$84,00 Repasse a ser feito pelo Município: 280 alunos x R$0,15 = R$42,00 2º dia – 26/05 Polenta + Molho de Salsicha com Legumes (Tomate, Cebola, Cenoura, Chuchu e Cheiro-Verde). Produto Preço Unitário Per capita Preço total Fubá R$1,13/ 1 kg 10,60 g R$0,01 Salsicha R$4,10/ 1 kg 13,4 g R$0,05 Tomate R$1,21/ 1 kg 14,6 g R$0,02 Cebola R$0,65/ 1 kg 6,0 g R$0,004 Cenoura R$0,52/ 1 kg 14,6 g R$0,007 Chuchu R$0,55/ 1 kg 13,8 g R$0,007 Cheiro - Verde R$2,70/ 1 kg 0,40 g R$0,0007 Tempero base sal R$2,05/ 1 kg 4,0 g R$0,008 Óleo R$2,48/ 900ml 1,0 g R$0,002 Colorífico R$2,29/ 1 kg 0,40 g R$0,0009 Proteína R$8,45/ 1 kg 1,50 g R$0,01 Margarina R$57,10/ 15 kg 0,40 g R$0,02 TOTAL R$83,23 R$0,13 Custo total: 292 alunos x R$0,13 = R$37,96 Repasse do PNAE: 292 alunos x R$0,30 = R$87,60 Repasse a ser feito pelo Município: 3º dia – 30/05 Mingau de Chocolate (Enriquecido com Vitaminas e Minerais + Biscoito de Leite. Produto Preço Unitário Per capita Preço total Mistura para preparo de mingau de chocolate R$10,30/ 1 kg 41,7 g R$0,43 Biscoito de Leite R$4,95/ kg 3 g R$0,07 TOTAL R$15,25 R$0,50 Custo total: 83 alunos x R$0,50 = R$ 41,50 Repasse do PNAE: 83 alunos x R$0,30 = 24,90 Repasse a ser feito pelo Município: Nesse caso não necessita de repasse. Comentários: Com a avaliação dos cardápios oferecidos para as crianças, podemos observar que o custo do Arroz Branco e Feijão Comum, Strogonoff de Carne, Abobrinha Refogada, Salada Cenoura e Beterraba, estava com o valor acima dos recursos repassados, tendo que ser feito o repasse do município. Já o cardápio dos outros dois dias nota-se que estão abaixo do valor repassado pelo FNDE. Sendo assim, uma vez que o valor de um dia é mais caro, irá ser compensado por um outro mais barato. 4. Analisar a qualidade e aceitabilidade da Alimentação escolar oferecida aos escolares, através dos cálculos dos índices de aceitação (escala hedônica), recusa adesão e resto/ingestão, nos mesmos três (3) dias de avaliação de alimentação. Especificar se foi aplicado para avaliação de algum produto novo. A escala hedônica usada se encontra no ANEXO V. EMEIF Maria Clélia de Oliveira Valim Cardápio: Arroz Branco e Feijão Comum, Strogonoff de Carne, Abobrinha Refogada, Salada Cenoura e Beterraba. Resultados: N° de alunos presentes no dia do teste: 145 alunos N° de alunos que consumiram a merenda: 103 alunos N° de alunos que rejeitam: 42 alunos N° de alunos que repetiram: 26 alunos Peso da panela de Arroz: 19 kg Peso da panela de Feijão: 15 kg Peso da Salada cenoura/beterraba: 3 kg Cálculos: Adesão: Nº. de alunos que consumiram a merenda X 100 = Nº. de alunos presentes no dia do teste Adesão: 103 X 100 = 71% 145 Repetição: Nº. de alunos que repetem a merenda X 100= Nº. presente no dia do teste Repetição: 26 X 100 = 18% 145 Sobra Suja: 5 kg Sobra Limpa do Arroz: 0 Sobra Limpa do Feijão: 2 kg Sobra Limpa de Abobrinha: 1 kg Sobra Limpa de Strogonoff: 3 kg Sobra Limpa de Salada: 500 gr Sendo assim, foram consumidos 19 kg de arroz, feijão 13 kg, abobrinha 3 kg, strogonoff de carne 12 kg e salada de beterraba com cenoura 2,5 kg. Durante o teste da aceitabilidade que foi realizado observamos um índice pequeno de sobras, porém, o que chamou a atenção foi que não sobrou nada de Arroz, e os outros alimentos tiveram uma sobra pequena tendo assim pouco desperdício de alimentos. Podemos dizer que nessa escola a merenda é bem aceitada pelos alunos. Análise da Aceitabilidade da Alimentação Escolar oferecida Esse gráfico representa as porcentagens de alunos que não gostou, gostou e adorou a refeição servida pela Divisão de Alimentação Escolar. Através do gráfico podemos verificar que a merenda oferecida tem uma boa aceitação 54% dos alunos adoraram, 34% gostaram e apenas 12% não gostaram da merenda servida. EMEIF Darcy Ribeiro Cardápio: Polenta + Molho de Salsicha com Legumes (Tomate, Cebola, Cenoura, Chuchu e Cheiro-Verde). Resultados: N° de alunos presentes no dia do teste: 292 alunos N° de alunos que consumiram a merenda: 110 alunos N° de alunos que rejeitam: 182 alunos N° de alunos que repetiram: 15 alunos Peso da panela do Molho: 24 kg Peso da panela de Polenta: 49 kg Peso da Salada cenoura/beterraba: 3 kg Cálculos: Adesão: Nº. de alunos que consumiram a merenda X 100 = Nº. de alunos presentes no dia do teste Adesão: 110 X 100 = 38% 292 Repetição: Nº. de alunos que repetem a merenda X 100= Nº. presente no dia do teste Repetição: 15 X 100 = 5% 292 Sobra Suja: 16 kg Sobra Limpa do Molho: 12 kg Sobra Limpa da Polenta: 21 kg Sendo assim, foram consumidos 12 kg de molho e 28 kg de polenta. Durante o teste realizado na escola Darcy Ribeiro, observamos que os alunos têm uma boa aceitação da Polenta, porém muitos alunos preferem consumir sem o Molho de Salsicha com legumes. Observamos também a falta de treinamento das merendeiras que servem as refeições para os alunos e a maneira de como os latões com a comida é deixada em cima de um banco entre um intervalo e outro. Análise da Aceitabilidade da Alimentação Escolar oferecida Esse gráfico representa as porcentagens de alunos que não gostou, gostou indiferente e adorou a refeição servida pela Divisão de Alimentação Escolar. Através do gráfico podemos verificar que a merenda oferecida tem uma boa aceitação. Pois, 52% dos alunos gostaram 23% adoraram, desse total de alunos 10% dos alunos não gostaram. EMEIF Maria Amélia C. Burali Cardápio: Mingau de Chocolate (Enriquecido com Vitaminas e Minerais + Biscoito de Leite) Resultados: N° de alunos presentes no dia do teste: 83 alunos N° de alunos que consumiram a merenda: 64 alunos N° de alunos que rejeitam: 19 alunos N° de alunos que repetiram: 20 alunos Peso da panela do Mingau: 30 litros Pacotes de Bolacha de Leite: 2400 kg Cálculos: Adesão: Nº. de alunos que consumiram a merenda X 100 = Nº. de alunos presentes no dia do teste Adesão: 64 X 100 = 77% 83 Repetição: Nº. de alunos que repetem a merenda X 100= Nº. presente no dia do teste Repetição: 20 X 100 = 24% 83 Sobra Suja do Mingau: 3 litros Sobra Limpa do Mingau: 10 litros Sobra Limpa da Bolacha: 266 gr Sendo assim, foram consumidos 20 litros de Mingau, 2.134 kg de Bolacha de Leite. E foi observado que as crianças têm uma boa aceitação da merenda em geral, mas pode-se constatar um índice de desperdício muito grande apresentando no total de sobra suja 10 litros de Mingau. Onde podemos constatar que as merendeiras colocam muito mingau no prato e coloca as bolachas por cima e as crianças acabam dando preferência em consumir apenas as bolachas de leite. Análise da Aceitabilidade da Alimentação Escolar oferecida Esse gráfico representa as porcentagens de alunos que não gostou, gostou e adorou a refeição servida pela Divisão de Alimentação Escolar. Através do gráfico podemos verificar que a merenda oferecida tem umaboa aceitação. Sendo que 50% dos alunos gostaram e só apenas 3% não gostaram da merenda. 5. Propor a partir das recomendações nutricionais do escolar, 01 cardápio semanal de rotina do programa da Alimentação Escolar, observando custo (repasse + acréscimo do município) e legislação do programa (energia, proteína. Ca, Fe e Vitamina A). Para a realização do cardápio semanal foi utilizado o programa Avanutri. O cardápio foi elaborado com base nas recomendações do PNAE, considerando alunos do Ensino Fundamental, com faixa etária de 6 a 10 anos de idade, sendo 20% das necessidades nutricionais diárias. As tabelas e as contas encontram se em Anexo III e IV. Os valores recomendados de acordo com o PNAE são: Categoria Idade Energia (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídios (g) Vit. A (mcg) Fe (mg) Ca (g) Ensino fundamental 6 - 10 anos 300 48,8 9,4 7,5 100 1,8 210 Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Arroz Feijão Omelete Simples Alface Crespa Tomate Salada Arroz Feijão Sobrecoxa de Frango com Molho Purê de Batata Acelga Cozida Couve-Flor Gratinada Arroz Feijão Carne Moída Refogada Brócolis Cozido Cenoura Cozida Arroz Feijão Peixe Cozido Vagem Cozida Batata Saute Tomate Risoto de Frango Feijão Farofa de Milho Salada de Maionese Com Batata, Cenoura e Vagem. Comentários: A partir das recomendações nutricionais do escolar, o cardápio proposto visa oferecer alimentos de qualidade, que contenham todos os nutrientes de acordo com as necessidades nutricionais dessa faixa etária. Apesar de alguns cardápios não estarem exatamente balanceados tendo em vista que alguns nutrientes excedem e outros faltam. 6. Desenvolver e aplicar, a partir da realidade do município e das necessidades locais, um PEN: diagnóstico da situação, objetivos, conteúdo programático, métodos e recursos, avaliação do programa e conclusão. (O PEN será entregue separado). No dia 01 de Junho de 2011, foi realizada avaliação nutricional das crianças de 4º a 5º série da escola EMEIF Alides Celeste Razaboni Carpentiri. As crianças foram pesadas e medidas com o objetivo de identificar o Índice de Massa Corporal e classificar de acordo com as curvas da Organização Mundial da Saúde e com a tabela IMC para crianças de 5 a 10 anos da OMS. (As curvas e as tabelas seguem ANEXOS VI e VIII). Os resultados obtidos foram: Comentários: Participaram da avaliação antropométrica 27 meninas (51%) e 25 meninos (49%). As idades variaram entre 09 a 11 anos. Comentários: Como mostra o gráfico acima podemos observar que das 27 meninas avaliadas 16 estavam eutróficas, 6 sobrepeso,3 obesidade e 2 magreza.O número de meninas eutróficas foi maior do que o número de meninas com sobrepeso e obesidade, já o número de crianças com magreza obteve uma pequena porcentagem. Comentários: Como mostra o gráfico acima podemos observar que dos 25 meninos avaliados 18 estavam eutróficos, 4 sobrepeso,2 obesidade e 1 magreza.O número de meninos eutróficos foi maior do que o número de meninos com sobrepeso e obesidade, já o numero de crianças com magreza obteve uma pequena porcentagem. Comentários: Como mostra o gráfico acima podemos observar que das 27 meninas avaliadas 16 estavam eutróficas, 6 sobrepeso,3 obesidade e 2 magreza.O número de meninas eutróficas foi maior do que o número de meninas com sobrepeso e obesidade, já o número de crianças com magreza obteve uma pequena porcentagem. Comentários: Como mostra o gráfico acima podemos observar que dos 25 meninos avaliados 18 estavam eutróficos, 4 sobrepeso,2 obesidade e 1 magreza.O número de meninos eutróficos foi maior do que o número de meninos com sobrepeso e obesidade, já o numero de crianças com magreza obteve uma pequena porcentagem. Avaliação crítica da realidade encontrada nas instituições. Dentro da realidade encontrada nas instituições observamos que existem diferenças entre uma escola da periferia e escolas no centro. Que se diferenciam dentre vários aspectos, podendo ser destacados a aceitação da merenda escolar é melhor na periferia que no centro, a diferença econômica entre eles é bem grande. Sendo que na periferia as famílias têm uma situação financeira muito precária e que a merenda escolar acaba sendo uma das únicas refeições do dia para algumas crianças. Entretanto, verificamos que tanto para escola no centro quanto da periferia há um planejamento do DAE que visa atender as necessidades nutricionais de ambas as escolas. Sugestões e recomendações á coordenadoria de Nutrição e escolas/ creches para a melhoria do programa. Para dar continuidade ao trabalho realizado pelos funcionários do DAE, seria necessária a contratação de mais funcionários e técnicos em nutrição. Assim, como a contração de outro nutricionista para realizar atividades que muitas vezes são deixadas de lado. Observamos que mesmo com o número reduzido de funcionários e a falta de recursos a instituição procura fazer o melhor possível para atender os alunos de uma boa maneira. Porém, para melhor mais o que já é feito, seria necessário mais treinamentos funcionários, mas também para os demais manipuladores de alimentos nas escolas e creches. Conclusão A divisão de alimentação escolar de Assis tem toda uma preocupação em oferecer aos alunos uma alimentação equilibrada, diversificada, sempre levando em consideração a qualidade e procura atender as recomendações nutricionais para cada faixa etária. O Nutricionista da DAE busca oferecer alimentos de qualidade para os estudantes e se preocupa em atender as necessidades propostas, de acordo com as necessidades das crianças, de maneira que introduz no mesmo, produtos de qualidade e fortificados de vitaminas e minerais, dentro de sua margem de repasse de verba, trabalho esse muito difícil de ser visto atualmente em outras unidades que fornecem o mesmo serviço. Por isso, quando se tem uma equipe unida o resultado é muito satisfatório é o que acontece no DAE. Sendo assim, foi muito bom ter realizado estágio na Cozinha Piloto de Assis-SP e ter visto de perto o trabalho é que muito bem realizados pela equipe do DAE. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Assis - PMA- Prefeitura Municipal de Assis – Nossa Cidade. Disponível em: <http://www.assis.sp.gov.br/> . Acesso em 25 maio de 2011. Brasil – Fundo Nacional de desenvolvimento da Educação (FNDE). Disponível em: <http//www.fnde.gov.br/>. Acesso em 13 de maio de 2011. São Paulo - Cartilha para Conselheiros do PNAE. Disponível em:<HTTP//lcmconsult.com.br/>. Acesso em 4 de junho de 2011. São Paulo – Diário Oficial dos Municípios. Disponível em <http//WWW.diarioficialdosmunicipios.org/>. Acesso em 15 de junho de 2011. São Paulo – Tribunal de Contas de União. Disponível em <http//www.tcu.gov.br/>. Acesso em 20 de junho de 2011. ANEXOS ANEXO I CONTROLE DE ESTOQUE DE GÊNEROS REQUISIÇÃO DE GÊNEROS SETOR: ___________________________________ RESPONSÁVEL: _________________________ Quantidade U.E. Produto Data _____/______/______ Nome do Funcionário: ___________________________________ ANEXO II Arroz Feijão Carne R$ 1,68 – 1000 kg R$ 1,68 – 1000 kg R$ 12,70 – 1000 kg X – 36,4 X – 12,5 X – 22,2 X= 0,06 X= 0,02 X= 0,02 Abobrinha Cenoura Beterraba R$ 0,34 – 1000 kg R$ 0,52 – 1000 kg R$ 12,70 – 1000 kg X– 12,5 X – 11,25 X – 11,25 X= 0,004 X= 0,006 X= 0,007 Leite em Pó Cebola Óleo R$ 11,20 – 1000 kg R$ 0,65 – 1000 kg R$ 2,48 – 900 ml X – 4,2 X – 1 X – 2,70 X= 0,05 X= 0,006 X= 0,007 Alho Cheiro - Verde Tempero a base sal R$ 6,25 – 1000 kg R$ 1,70 – 1000 kg R$ 2,05 – 1000 kg X – 0,20 X – 0,40 X – 1,60 X= 0,001 X= 0,0007 X= 0,003 Margarina Farrinha de Trigo Colorífico R$ 57,10 – 15000 kg R$ 1,17 – 1000 kg R$ 2,29 – 1000 kg X – 0,60 X – 3,2 X – 0,60 X= 0,002 X= 0,004 X= 0,001 Fubá Salsicha Tomate R$ 1,13 – 1000 kg R$ 4,10 – 1000 kg R$ 1,21 – 1000 kg X – 10,60 X – 13,4 X – 14,6 X= 0,01 X= 0,05 X= 0,02 Cenoura Chuchu Tempero R$ 0,52 – 1000 kg R$ 0,55 – 1000 kg R$ 2,05 – 1000 kg X – 14,6 X – 13,8 X – 4,0 X= 0,007 X= 0,007 X= 0,008 Óleo Colorífico Proteína R$ 2,48 – 900 ml R$ 2,29 – 1000 kg R$ 8,45 – 1000 kg X – 1 X – 0,40 X – 1,50 X= 0,002 X= 0,0009 X= 0,01 Margarina Mistura para preparo Biscoito R$ 57,10 – 15000 kg R$ 10,30 – 2000 kg R$ 1,98 – 87 und X – 0,40 X – 41,70 X – 3 X= 0,02 X= 0,43 X= 0,07 ANEXO III Carboidrato 48,8 – 100% 66,84 – x x = 136,96% Proteína 9,4 – 100% 26,45 – x x = 281,38% Lipídio 7,5 – 100% 34,06 - x x = 454,13% Cálcio 210 – 100% 72,47 – x x = 34,50% Ferro 1,8 – 100% 6,03 – x x = 335% Vitamina A 100 – 100% 235,1 – x x = 235,01% Vitamina C 7 – 100% 2,26 – x x = 32,2% Magnésio 37 – 100% 66,42- x x = 184,9 % Zinco 1,3 – 100% 3,86 – x x = 296,92 % Fibras 5,4 – 100% 7,71 – x x = 142,77% Carboidrato 48,8 – 100% 13,77 – x x = 28,21% Proteína 9,4 – 100% 3,67 – x x = 39,04% Lipídio 7,5 – 100% 35,57 – x x = 47,52 Cálcio 210 – 100% 16,07 – x x = 7,65% Ferro 1,8 – 100% 0,55 – x x = 30,5% Vitamina A 100 – 100% 173,98 – x x = 173,98% Fibras 5,4 – 100% 0,53 – x x = 9,81% Carboidrato 48,8 – 100% 31,8 – x x = 65,16% Proteína 9,4 – 100% 2,75 – x x = 29,25% Lipídio 7,5 – 100% 0,83 – x x = 11,06% ANEXO IV Segunda-Feira: Arroz, Feijão, Omelete Simples, Alface Crespa, Tomate Salada. KCAL CHO PTN LIP Vit. A Ca Fe 315,85 43,09 13,5 9,93 135,1 59,7 2,7 Terça-Feira: Arroz, Feijão, Sobrecoxa de Frango com Molho, Purê de Batata, Acelga Cozida, Couve - Flor Gratinada. KCAL CHO PTN LIP Vit. A Ca Fe 324,74 37,05 16,37 12,34 185 69,9 3,3 Quarta - Feira: Arroz, Feijão, Carne Moída Refogada, Brócolis Cozido, Cenoura Cozida. KCAL CHO PTN LIP Vit. A Ca Fe 286,74 38,18 17,44 11,58 27,8 41,2 3,0 Quinta-Feira: Arroz, Feijão, Peixe Cozido, Vagem Cozida, Batata Saute, Tomate Salada. KCAL CHO PTN LIP Vit. A Ca Fe 244,18 42,76 15,19 5,82 56,3 39,3 2,4 Sexta-Feira: Risoto de Frango, Feijão, Farofa de Milho, Salada de Maionese com (Batata, Cenoura e Vagem). KCAL CHO PTN LIP Vit. A Ca Fe 297,99 45,90 10,71 7,95 14,0 33,7 1,9 % de Adequação (Segunda – Feira) Kcal CHO PTN LIP Vitamina A Cálcio 300 kcal – 100% 48,8 – 100% 9,4- 100% 7,5 -100% 100 -100% 210 – 100% 315,85 – x 43,09 – x 13,5 –x 9,93 – x 135,1-x 59,7 -x x = 105 % x = 88,29% x = 143% x = 132,4% x =135,1% x = 28,42% Ferro 1,8- 100% 2,7 – x x =150% % de Adequação (Terça – Feira) Kcal CHO PTN LIP Vitamina A Cálcio 300 kcal – 100% 48,8 – 100% 9,4- 100% 7,5 -100% 100 -100% 210 – 100% 324,74 – x 37,05 – x 16,37 –x 12,34 – x 185-x 69,9 -x x = 108 % x = 75,92% x = 174% x = 164% x =185% x = 33,28% Ferro 1,8- 100% 3,3 – x x =183% % de Adequação (Quarta – Feira) Kcal CHO PTN LIP Vitamina A Cálcio 300 kcal – 100% 48,8 – 100% 9,4- 100% 7,5 -100% 100 -100% 210 – 100% 286,74 – x 38,18 – x 17,44 –x 11,58 – x 27,8-x 41,2 -x x = 95,58% x = 78,23% x = 185% x = 154% x =27,8% x = 19,61% Ferro 1,8- 100% 3,0 – x x =166% % de Adequação (Quinta– Feira) Kcal CHO PTN LIP Vitamina A Cálcio 300 kcal – 100% 48,8 – 100% 9,4- 100% 7,5 -100% 100 -100% 210 – 100% 244,18 – x 42,76 – x 15,19 –x 5,82 – x 56,3-x 39,3 -x x = 81,39% x = 87,62% x = 161% x = 77,60% x =56,3% x = 18,71% Ferro 1,8- 100% 2,4 – x x =133% % de Adequação (Sexta– Feira) Kcal CHO PTN LIP Vitamina A Cálcio 300 kcal – 100% 48,8 – 100% 9,4- 100% 7,5 -100% 100 -100% 210 – 100% 297,99 – x 45,90 – x 10,71 –x 7,95 – x 14,0 -x 33,7 -x x = 99,33% x = 94,05% x = 113% x = 106% x =14% x = 12,48% Ferro 1,8- 100% 1,9– x x =105% ANEXO V � � � � � Detestei Não Gostei Indiferente Gostei Adorei 1 2 3 4 5 � � � � � Detestei Não Gostei Indiferente Gostei Adorei 1 2 3 4 5 � � � � � Detestei Não Gostei Indiferente Gostei Adorei 12 3 4 5 � ANEXO VI SEXO DN IDADE PESO ESTATURA IMC (kg/m2) P/I E/I IMC/I CLASSIFICAÇÃO (IMC) F 16/12/2001 9 anos e 5 m. 29 kg 1.39 cm 15,02 P15 - P50 P15 – P85 P15 - P50 Eutrófico F 24/01/2002 9 anos e 5 m. 39 kg 1.37 cm 20,85 P85 – P97 P50 – P85 P85 – P97 Sobrepeso F 22/02/2002 9 anos e 5 m. 31 kg 1.38 cm 16,31 P50 – P85 P50 – P85 P15 - P50 Eutrófico F 29/03/2002 9 anos e 3 m. 23 kg 1.34 cm 12,84 P15 - P50 P15 - P50 < P3 Magreza F 03/07/2001 9 anos e 11 m. 44 kg 1.46cm 20,65 P85 – P97 P50 – P85 P85 – P97 Sobrepeso F 17/12/2001 9 anos e 6 m. 41 kg 1.47 cm 18,98 P85 – P97 P97 P50 – P85 Eutrófico F 20/09/2001 9 anos e 9 m. 45 kg 1.45 cm 21,42 > P97 P50 – P85 P85 – P97 Sobrepeso F 24/07/2001 9 anos e 11m. 31 kg 1.41 cm 15,65 P15 - P50 P50 – P85 P15 – P50 Eutrófico F 13/11/2001 9 anos e 7 m. 22 kg 1.31 cm 12,86 P50 – P85 P50 – P85 < P3 Magreza F 25/01/2001 9 anos e 6 m. 35 kg 1.36 cm 19,02 P50 – P85 P15 - P50 P85 – P97 Sobrepeso F 26/03/2002 9 anos e 3 m. 31 kg 1.40 cm 15,81 P50 – P85 P50 – P85 P15 - P50 Eutrófico F 22/01/2001 9 anos e 6 m. 26 kg 1.33 cm 14,77 P15 - P50 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico F 21/08/2000 9 anos e 9 m. 33 kg 1.34 cm 18,37 P50 – P85 P15 - P50 P50 – P85 Eutrófico F 31/01/2002 9 anos e 4 m. 54 kg 1.36 cm 29,1 > P97 P50 – P85 > P97 Obesidade F 29/01/2002 9 anos e 4 m. 20 kg 1,23 cm 13,2 < P3 P3– P15 P3– P15 Eutrófico F 06/04/2002 9 anos e 2 m. 46 kg 1.42 cm 22,8 > P97 P85 – P97 > P97 Obesidade F 09/01/2001 9 anos e 7 m. 24 kg 1,26 cm 15,1 P3– P15 P3– P15 P15 - P50 Eutrófico F 20/07/2001 9 anos e 10 m. 49 kg 1.50 cm 21,7 > P97 P97 P85 – P97 Sobrepeso F 20/07/2001 9 anos e 10 m. 42 kg 1,47 cm 19,4 P85 – P97 P85 – P97 P85 – P97 Sobrepeso F 07/02/2002 9 anos e 4 m. 25 kg 1.33 cm 14,1 P15 - P50 P15 - P50 P3– P15 Eutrófico F 27/12/2001 9 anos e 5 m. 36 kg 1.23 cm 23,7 P85 – P97 P85 – P97 > P97 Obesidade F 06/12/2001 9 anos e 6 m. 20 kg 1.17 cm 14,6 P15 < P3 P50 – P85 Eutrófico F 06/06/2001 10 anos e 11m. 36 kg 1.49 cm 16,2 < P3 < P3 P15 Eutrófico F 11/10/2001 9 anos e 8 m. 23 kg 1.30 cm 13,6 P3 P15 - P50 < P3 Eutrófico F 10/03/2002 9 anos e 3 m. 27 kg 1.34 cm 15,0 P15 - P50 P50 – P85 P15 - P50 Eutrófico F 03/04/2002 9 anos e 2 m. 30 kg 1.31 cm 17,4 P50 – P85 P15 - P50 P50 – P85 Eutrófico F 09/02/2001 10 anos e 4 m. 41 kg 1,50 cm 18,2 P85 – P97 P85 – P97 P50 – P85 Eutrófico M 24/01/2002 9 anos e 5 m. 28 kg 1.31 cm 16,37 P15 - P50 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico M 11/11/2001 9 anos e 7 m. 35 kg 1.36 cm 19,02 P50 – P85 P50 – P85 P85 – P97 Sobrepeso M 12/09/2000 10 anos e 9 m. 26 kg 1.34 cm 14,52 P3– P15 P3– P15 P3– P15 Eutrófico M 10/05/2001 9 anos e 1 m. 25 kg 1.31 cm 14,61 P15 - P50 P15 - P50 P3– P15 Eutrófico M 21/08/2001 9 anos e 10 m. 25 kg 1.26 cm 15,82 P15 - P50 < P3 P15 - P50 Eutrófico M 23/04/2000 11 anos e 3 m. 30 kg 1.37 cm 16,04 P3– P15 P3– P15 P15 - P50 Eutrófico M 20/03/2002 9 anos e 3 m. 36 kg 1.43 cm 17,64 P85 – P97 P50 – P85 P50 – P85 Eutrófico M 06/02/2002 9 anos e 5 m. 25 kg 1.33 cm 14,20 P3– P15 P15 - P50 P3– P15 Eutrófico M 01/10/2000 10 anos e 8 m. 46 kg 1.43 cm 22,54 P85 – P97 P85 – P97 > P97 Obesidade M 01/03/2001 10 anos e 3 m. 34 kg 1.44 cm 16,42 P50 – P85 P50 – P85 P15 - P50 Eutrófico M 12/07/2000 10 anos e 11 m. 33 kg 1.40 cm 16,83 P50 – P85 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico M 12/04/2000 11 anos e 2 m. 27 kg 1.42 cm 13,43 < P3 P15 - P50 < P3 Magreza M 11/12/2000 11 anos e 6 m. 34 kg 1.42 cm 16,91 P15 - P50 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico M 17/08/2000 10 anos e 10 m. 39 kg 1.37 cm 20,7 P50 – P85 P15 - P50 P85 – P97 Sobrepeso M 06/06/2000 11 anos 43 kg 1.50 cm 19,1 P85 – P97 P85 P50– P85 Eutrófico M 12/02/2001 10 anos e 4 m. 45 kg 1.36 cm 24,3 P97 P15 - P50 > P97 Obesidade M 21/04/2000 11 anos e 1 m. 29 kg 1.35 cm 15,9 P3 – P15 P3 – P15 P3 – P15 Eutrófico M 25/04/2000 11 anos e 2 m. 32 kg 1.38 cm 16,8 P15 - P50 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico M 27/12/2001 9 anos e 5 m. 25 kg 1.17 cm 18,26 P15 < P3 P50– P85 Eutrófico M 23/03/2001 10 anos e 3 m. 30 kg 1.32 cm 17,2 P15 - P50 P15 - P50 P50– P85 Eutrófico M 16/02/2001 10 anos e 4 m. 42 kg 1.40 cm 21,4 P85 – P97 P50 P85 – P97 Sobrepeso M 15/09/2000 10 anos e 10 m. 30 kg 1.37 cm 15,9 P15 - P50 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico M 27/12/2000 10 anos e 5 m. 31 kg 1.40 cm 15,8 P15 - P50 P15 - P50 P15 - P50 Eutrófico M 24/09/2001 9 anos e 5 m. 27 kg 1.36 cm 14,5 P15 - P50 P50 – P85 P3 – P15 Eutrófico M 08/06/2002 9 anos 35 kg 1.33 cm 19,7 P85 – P97 P50 – P85 P85 – P97 Sobrepeso ANEXO VII � ANEXO VIII Plano de Ação ANEXO IX Cardápios